Um taxi chega e seu motorista um carioca, esperto, malandrando, sambista e jogador de futebol em clima de deboche indica a quadra da mangueira. Ao chegar ao local, o motorista desce e pede para aguardarem. Neste período se aproximam os mais diferentes tipos físicos, os amigos se emudecem e o estrangeiro não para de perguntar o que está acontecendo...
Depois de alguns minutos ao “pé do morro” o motorista volta, revela que não existe a possibilidade de samba aquele dia, mas que tinham outras escolas na região. E eles foram passando uma a uma, descobrindo histórias, redescobrindo tipos humanos, além de ver na prática a nata do samba carioca, graças ao malandro, gente boa, Roberto.