Almoços inesperados podem render histórias que Eliane Brum gostaria de captar. Esse é o resultado de um bate papo na hora do almoço com o Sr. Acir que em meia hora me contou “causos”, ao longo dos seus quarenta anos, regrada a uma vasta experiência que muito menino de oitenta ainda não viveu:
- Tive que sair fugido do Pará, pois o avô da minha namorada queria me matar porque a engravidei;
- Sou Paranaense, mas já passei por vários Estados;
- Minha mulher engravidou de gêmeos, mas perdeu e está fazendo tratamento para engravidar;
- Não agüento mais trabalhar de pedreiro, vou fazer um curso de informática e tentar mudar de ramo;
- Tive que parar de fumar, tenho um problema no coração e o médico disse que era um ou outro;
- Sou amigo de uma advogada (não especificou em qual grau), o marido dela tem ciúmes de mim e a minha mulher também. Ela já quis até se separar.
E vida do Sr Alcir que graças a falta de sua marmita me proporcionou um belo almoço.
Marreta
"O chatão"
- Compraram pouca cerveja (engradado com 5 caixas de 12), não tenho dinheiro, o que está fazendo, faltou comida (mas não era para a bebida?), é muito longe, não curto balada, não quero fazer isso...
Porém o fato dele se considerar mais teu amigo e paquerar todos a tua volta, apesar de namorar é o que o torna o ser que mais incomoda no mundo. Salve Millô Fernandes que reflete esse personagem amolador com a seguinte frase: "Chato é o indivíduo que tem mais interesse em nós do que nós temos nele."
Alguém discorda?
4 de jan. de 2010 | Postado por Fabis Matrone às 10:30 4 comentários
2 – Profissão, formação, vínculo e futuro;
3 – Adulto, maioridade, responsabilidade e grandes atitudes;
4 – Amor, afeição, desejo e culto...
Sim, eu falo na primeira pessoa!
Postado por Fabis Matrone às 10:29 0 comentários
Cuidado mano....
Dois irmãos saem do metro em direção a sua residência quando o irmão mais velho é interceptado por uma garota desavergonhada que logo indaga:
- Fulano, como você está... Tem saído?... Nunca mais te vi em tão lugar... bla bla bla...
E com seu olhar penetrante e assíduo por atenção ela continuou o diálogo:
- Vai fazer o que agora? Por que não quer falar mais comigo, está trabalhando?
E com um olhar incrédulo e descrente daquela situação o brother mais velho responde:
-Não posso ficar aqui tenho que ir embora e nesta hora que seu irmão caçula entra e cena e diz:
- Ele não tem que trabalhar, mas eu tenho (desculpa para evitar que o mais velho sofre algum tipo de atentado ao pudor) e os dois se retiram rindo daquela situação...
Seria uma situação habitual se não fosse tão incomum pelos problemas que o irmão mais velho teve, mas isso prova que tudo vai se ajeitando e voltando ao normal.
Postado por Fabis Matrone às 10:24 0 comentários
A escolha...
Desde o início da sua vida estudantil, no primário a escolha de nomes para ilustrar seus títulos é sempre um momento de descontração ou irritação. E isso não muda nem quando está terminando a faculdade. Discutir o último trabalho do ano em um sábado às 10 horas da manhã não é muito instigante, mas ao menos pode ser divertido. Durante uma mesa redonda pérolas como estas foram citadas:
- Acho que o nome deveria ser “O chão, a luta para todos”,
- Que chão o que, estamos falando do MST, não do MSC (Movimento dos Sem Chão),
- Chão, chão, chão (funk)... depois vieram outras sugestões:
- O nome deveria ser “Sem terra sem título”, talvez Retratos do campo... por fim ”Chão Para Todos, Retratos da luta por terra” foi os escolhido.
Como nessas horas a criatividade está muito mais ligada a pressa para o retorno para casa o nome caiu muito bem!
7 de dez. de 2009 | Postado por Fabis Matrone às 20:29 1 comentários
The traveling in my city!
- Após uma hora de viagem, um casal liga incontrolavelmente para duas amigas que deveriam busca-los. Depois de várias tentativas frustradas que duraram algumas horas, eles decidem mudar seu destino,
- Um pouso forçado na casa de amigos e ali vão eles para uma praia na qual já tinham sido convidados, porém não eram bem vindos (apesar dessa tendência ser modificada aos poucos),
- Na rodoviária descobrem que o ônibus para o destino só partiria doze horas depois, mas uma alma generosa na fila se antecipa as aflições e revela que tinha um ônibus que ficava próximo,
- Muita gritaria, música de gosto duvidoso, bebida e falta de água depois, o dia foi bacana.
- Chegou a hora de voltar e o trânsito parece não parar, porém a falta da locomoção é o que assusta. Depois de algumas horas, bexiga estourada e cansaço depois ela aparece!
Apesar de alguns encontros e muitos desencontros tudo acabou bem... é esperar a próxima...
24 de nov. de 2009 | Postado por Fabis Matrone às 20:37 1 comentários
Dançando (com o perdão do gerúndio) em família
- Esse e o chamado “funk melody” , mas ainda tem o “Pancadão” e o “Nu funk”. É o funk que a mamãe, o papai e a filhinha podem ouvir juntos, mas na semana que vem tocaremos o “Pancadão”!
-Esse estilo vai contrário ao funk comum, que tem letras agressivas, de cunho erótico, o funk melody é mais romântico, é a poesia do funk .
Acho que isso prova o quanto as pessoas são preconceituosas com esse estilo músical e o quanto ele é merecedor do status de movimento cultural, aprovado no Rio de Janeiro em 2009. E como relembrar é viver segue uma listinha de músicas para dançarmos com nossos papais e mamães:
24 de out. de 2009 | Postado por Fabis Matrone às 21:00 5 comentários




